Every Child Alive - The urgent need to end newborn deaths
Todas as Vidas Contam - A Urgente necessidade de pôr fim à morte de recém nascidos
01 fev 2018
Segundo o relatório “Todas as vidas contam, A urgente necessidade de pôr fim à morte de recém-nascidos” número global de mortes de recém-nascidos continua a ser assustadoramente elevado. Globalmente, nos países de baixo rendimento, a taxa de mortalidade neonatal é de 27 mortes por cada 1.000 nascimentos segundo o relatório. Nos países de rendimento elevado, essa taxa é de 3 mortes por cada 1.000. Os recém-nascidos dos locais mais inseguros do mundo para se dar à luz têm 50 vezes mais probabilidades de morrer comparativamente com os bebés nascidos nos locais mais seguros.
7.000 recém-nascidos continuam a morrer todos dos dias
Os bebés que nascem nos países mais desfavorecidos têm uma probabilidade de morrer no primeiro mês de vida 50 vezes maior que os outros bebés
O número global de mortes de recém-nascidos continua a ser assustadoramente elevado, sobretudo nos países mais pobres do mundo, segundo dá conta o novo relatório da “Todas as vidas contam, A urgente necessidade de pôr fim à morte de recém-nascidos”.
Globalmente, nos países de baixo rendimento, a taxa de mortalidade neonatal é de 27 mortes por cada 1.000 nascimentos. Nos países de rendimento elevado, essa taxa é de 3 mortes por cada 1.000. Os recém-nascidos dos locais mais inseguros do mundo para se dar à luz têm 50 vezes mais probabilidades de morrer no primeiro mês de vida comparativamente com os bebés nascidos nos locais mais seguros.

O relatório destaca também que oito dos dez locais mais perigosos para se nascer se situam na África Subsaariana, onde as mulheres grávidas têm muito menos hipóteses de ser assistidas durante o parto devido à pobreza, aos conflitos e à falta de infra-estruturas. Se todos os países baixassem a sua taxa de mortalidade neonatal para a taxa média dos países de rendimento elevado até 2030, 16 milhões de vidas poderiam ser salvas.
Mais de 80 por cento das mortes entre recém-nascidos devem-se à prematuridade, complicações durante o parto ou infecções como a pneumonia e septicémia, indica o relatório. Estas mortes podem ser evitadas através do acesso a parteiras com formação adequada, juntamente com soluções com eficácia comprovada, como água limpa, desinfectantes, a amamentação durante a primeira hora de vida do bebé, contacto pele-a-pele e uma boa alimentação. No entanto, a falta de profissionais de saúde e parteiras com uma boa formação traduz-se em milhares de bebés que não têm o apoio de que precisam para poderem sobreviver.
Sabia que?
Na Noruega existem 218 médicos, enfermeiros e parteiras para prestar assistência por cada 10.000 pessoas, enquanto o rácio na Somália é de apenas 1 por cada 10.000.
Todas as VIDAS contam é uma campanha global da UNICEF para exigir e apresentar soluções para os recém-nascidos de todo o mundo. Ao longo da campanha, a UNICEF irá também emitir um apelo urgente dirigido a governos, prestadores de cuidados de saúde, doadores, sector privado, famílias e empresas para pôr fim à morte de recém-nascidos:


“Todos os anos, 2,6 milhões de recém-nascidos em todo o mundo não sobrevivem ao primeiro mês de vida. Destes, um milhão morre no mesmo dia em que nasce. Sabemos que podemos salvar a grande maioria destes bebés com soluções de cuidados de saúde financeiramente acessíveis e de qualidade para todas as mães e todos os recém-nascidos. Todos nós, com simples e pequenos gestos, podemos ajudar a assegurar os primeiros passos de cada uma destas novas vidas.”
Henrietta H. Fore, Directora Executiva da UNICEF
Every Child Alive - The urgent need to end newborn deaths
Descarregue aqui o ficheiroEvery year, 2.6 million babies die before turning one month old.1 One million of them take their first and last breaths on the day they are born. Another 2.6 million are stillborn.
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