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Ausência quase total de progressos na redução da taxa de crianças fora da escola durante a última década – Actualmente 11,5 por cento das crianças em idade escolar - ou seja 123 milhões – não frequentam a escola, em comparação com 12,8 por cento - ou 135 milhões - em 2007. A percentagem de crianças entre os 6 e os 15 anos que não frequentam a escola pouco diminuiu na última década, disse hoje a UNICEF.

Mais de 180 milhões de pessoas não têm acesso a água potável em países devastados por conflitos e instabilidade – Mais de 180 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a água potável em países afectados por conflitos, violência e instabilidade*, alertou hoje a UNICEF, no início da Semana Mundial da Água. "O acesso das crianças a água potável e saneamento, especialmente em situações de conflito e emergência, é um direito, não um privilégio", declarou Sanjay Wijesekera, chefe dos programas de água,saneamento e higiene da UNICEF.

Uso de crianças como "bombas humanas" aumenta no nordeste da Nigéria – A UNICEF está extremamente preocupada com o aumento do uso cruel e intencional de crianças, especialmente raparigas, como "bombas humanas" no nordeste da Nigéria. As crianças têm sido repetidamente usadas desta forma nos últimos anos. Só em 2017 o número de crianças usadas é quatro vezes superior ao ano passado.

A UNICEF responde aos deslizamentos de terra na Serra Leoa que provocaram a morte de mais de 100 crianças – A UNICEF está no terreno a responder às necessidades urgentes das famílias deslocadas devido às inundações e deslizamentos de terras na capital da Serra Leoa, Freetown, que já provocaram a morte a várias centenas de pessoas, incluindo pelo menos 109 crianças, de acordo com fontes do governo. É de prever que o número de mortes aumente, pois há mais de 600 pessoas desaparecidas, incluindo muitas crianças

Declaração: "Mais de meio milhão de crianças na Líbia precisam de assistência humanitária" – Geert Cappelaere, Dir. Reg. UNICEF Médio Oriente e Norte de África: “Seis anos após o início da crise na Líbia, mais de 550.000 crianças precisam de assistência devido à instabilidade política, ao conflito, à deslocação interna de pessoas e ao colapso da economia. A violência intensa em algumas partes do país obrigou muitas famílias a abandonarem as suas casas. Mais de 80.00 crianças estão deslocadas e as crianças migrantes na Líbia estão especialmente vulneráveis a abusos e exploração (...)."

Declaração: “Nada pode justificar actos de abuso terríveis contra mulheres e crianças no Kasai” – Marie-Pierre Poirier, Dir. Reg. UNICEF África Ocidental e Central: “O mundo não pode fechar os olhos face à gravíssima situação das crianças e famílias na região do Grande Kasai (República Democrática do Congo). Nos últimos doze meses, mais de 1.4 milhões de pessoas – entre as quais 850.000 crianças – foram forçadas a abandonar as suas casas, e as suas vidas ficaram viradas do avesso devido a actos de violência extrema generalizados. Crianças e mulheres relatam-nos terríveis actos de abuso(...)"

Bebés e mães em todo o mundo sofrem os efeitos da falta de investimento no aleitamento materno – Nenhum país do mundo cumpre na totalidade os padrões recomendados para o aleitamento materno, de acordo com um novo relatório da UNICEF e da Organização Mundial de Saúde (OMS) em colaboração com a - Global Breastfeeding Collective – uma iniciativa criada para aumentar as taxas de aleitamento

850.000 crianças deslocadas pela violência na região instável de Kasai na República Democrática do Congo – Mais de um milhão de pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas devido a uma onda de violência na região do Grande Kasai na República Democrática do Congo (RDC) – que tornou a região numa das maiores crises de deslocação de crianças no mundo, informou hoje a UNICEF.

Declaração dos responsáveis da UNICEF, PAM e OMS, na sequência de uma visita conjunta ao Iémen – "Como principais responsáveis de três agências das Nações Unidas - UNICEF, Programa Alimentar Mundial (PAM) e Organização Mundial da Saúde (OMS) - viajamos juntos até ao Iémen para ver de perto a escala desta crise humanitária e para reforçar os nossos esforços conjuntos para ajudar as pessoas do Iémen.(...)"

Chegar à Europa não é o primeiro objectivo das crianças que partem de África (novo estudo UNICEF) – As crianças em movimento que chegam à Europa vindas de África tomam a decisão de abandonar as suas casas sozinhas e inicialmente sem intenção de seguir esse destino. Para a maioria destas crianças, os traumas e abusos constantes que sofreram ou testemunharam na Líbia levam-nas a partir rumo à Europa e a embarcar na terrível rota do Mediterrâneo Central, revela um novo estudo encomendado pela UNICEF e levado a cabo pela REACH*.


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